Mais uma SPFW acabou. Hora de colher os frutos.
Todo mundo que está acostumado a assistir o evento sabe que um verdadeiro batalhão de pessoas se mobiliza até a Bienal do Ibirapuera em São Paulo, onde vivem praticamente acampadas durante os desfiles, anotando tudo o que se passa. Sejam profissionais ou curiosos. Nem os mínimos detalhes escapam.
O curioso é que eu estava assistindo um programa em que o Alexandre Herchcovitch reclamava como eram mornas as críticas sobre o evento. E é verdade! O que mais se encontra por aí é uma descrição detalhada dos looks. Brilhos, alfaiataria estruturada, jeans lavado.
Nós vivemos na era da informação. Que diga meu google Reader com quase mil posts novos por dia. Mas parece que estamos longe de viver na era da opnião. Não porque as pessoas não as tenham, mas existe um mal estar muito grande em se criticar alguma coisa. Eu lembro de um programa que eu assisti no Fashion TV com a Maria Prata dizendo que era difícil criticar alguém, que ela não sabia direito como agir.
E aí? Como criticar um estilista amigo?
Na minha opinião a dificuldade pra receber críticas é uma imaturidade do mercado de moda no Brasil. Não só o de moda, mas ficaremos por aqui.
Eu que trabalho com criação estou acostumada a receber críticas de tudo quanto é lado. E desde que sejam construtivas, são aceitas. Eu não aceito quando dizem que uma embalagem minha é feia. Mas aceito quando dizem que não está adequada ao público, ou que o lettering escolhido não foi muito original. Fazer o quê? É normal se equivocar. E é muito construtivo ouvir a opinião de alguém que pode te ajudar a crescer.
Eu realmente acredito que esta deve ser uma função da crítica de moda: fazer o mercado inteiro evoluir. Nada melhor ouvir quem sabe o que fala. E só chegaremos ao nível que tanto almejamos quando ouver maturidade dos dois lados.
Agora, cá entre nós, tirar a Gisele de casa pra colocar na moça os piores looks e ainda por cima bagunçar o cabelo dela? Não dá né?
Latest Entries »
No fim das contas, somos nós, os dois da esquerda, Fernanda Lino e Gabriel Colombo, publicitários com talento para consultoria de moda, finos e adoradores do Bar da Loca, apaixonados por chapador e por assuntos sem importância pro mundo, essenciais para nós! Conhecemos o ex-marido da Maysa Matarazzo, conhecemos um Ex-Fisiculturista campeão mundial, falamos de marca, de sonhos, dos outros! Dizemos que não existem dois de nós, somos a “Dupla das Desvairadas”! Sem controle e sem limite, tipo um Thelma e Louise da moda! Decidimos montar um blog porque é impossível que ninguém ache interessante ler constantemente divagações sobre assuntos comuns e até mesmo alguns mais sordidos! Vivemos do amor um pelo outro e do vício pelo mundo glamouroso fashion e também por homens (mesmo sabendo que nenhum vale um vintêm), assumimos isso com gosto e sonhamos em jogar um ou outro na parede, seja por ódio ou por pura exploração do corpo masculino, somos lindos, somos finos, somos wacko e somos luscho, estamos aqui para entreter e informar! A acompanhante da foto é a Nathy, mas ela foi comida por uma Moréia em Cancun, então passou, choramos Veuve Cliquot e suamos Monange, mas passou! Então beijo pra Fefe, um pra Danni e outro pro espírito da Nathy!
That’s all!
Vou começar por aqui falando de um assunto que me intriga muito, o “S” perdido do GLS que virou LGBT, este “S” são os simpatizantes, que por definição, que segundo a Wikipédia: “São pessoas que admiram ou são fãs de determinadas reflexões sem, no entanto, tomar uma decisão política. Não refere-se a uma decisão politico-partidária, mas, pode sê-lo, por convergência de princípios e pode remeter-se a uma série de outros temas”. Esta definição é muito linda, muito agradável mas tem suas excessões, o que eu costumo chamar de “Mascarados”, são aquelas pessoas que adoram ter um melhor amigo gay, porque é Bapho, é Babado, é Luscho, o cara pode ter um amigo gay, e é ótimo porque o amigo gay é gente boa, é “Legal pra caralho véio, mesmo sendo gay”, e é ótimo isso porque eles sempre apresentam como: “Oi, este é o Gabriel, o meu amigo gay”, é a mesma coisa que: “Oi, este é o Rufus, o Pastor Belga que eu te falei”. É um escrachado de generalização, uma característica toma uma proporção inimaginável, além do que, todo gay vem com um monte de mulher junto, assim como um cachorro, o gay é um chamariz para mulheres! Agora vamos falar destas mulheres, que são o meu alvo favorito, as mulheres que dizem que são simpatizantes, são as “Eu amo gays”, você conhece meu cabeleireiro? Meu maquiador? Meu Decorador de Interiores? Elas são incríveis, maravilhosas, luxuosas, quase Drag Queens, agora geralmente dizem: “Ai, Deus me livre ter um filho gay, eu sei o quanto vocês sofrem e por isso não quero isso pra um filho”, isso chama-se “Preconceito Mascarado”, é ótimo enquanto está fora de casa, já cansei de ver amigas que vivem no meio de gays, vivem beijando e se apaixonando por gays mas “Deus me livre” de comentar que o primo dela é bonito, que o irmão dela ta crescendo super bonito, elas se mordem e querem morrer, e começam a achar que o gay quer evangelizar o mundo na Igreja da Rosca Queimada, lugar este em que tomamos uma balinha e cultuamos um ânus gigante num altar em forma fálica! ISSO É DEMAGOGIA! É Blah blah blah, eu conheço simpatizantes de verdade, gente que de verdade apoia a causa e realmente vêem a homossexualidade como algo normal, como algo humano, para estes eu bato palmas, mas não admiro também porque tudo são características humanas, não se deve ovacionar alguém só porque ela te aceita e te respeita pelo que você é, acho lindo quando vai algum famoso heterossexual em Paradas Gays ou diz que apoia a causa, todo mundo fica louco, “Você viu bee? Ela ta do nosso lado, espalhando nossa mensagem no mundo!” QUE MANSAGEEEEEEEEEEEM MINHA GENTE? Ser Gay não é ser Zilda Arns , ser gay não significa que há uma mensagem a ser passada, aceitação, respeito, isso sim, agora, que ser gay é diferente, é absoluto, NÃO. Aí que ta a história, ser gay é normal, tem que ser tratado como normalidade, nem como doença, nem com ovação, quando um gay for tratado com igualdade, com respeito, aí sim poderemos dizer que há justiça na sexualidade, enquanto isso, vamos sim levar uma mensagem, não de que se gay é creme de la creme, mas sim de que é normal e assim deve ser tratado.
Sobre a imagem acima, é uma campanha de dia dos namorados da AE, achei luschoozissima, vi em alguns lugares comentários do tipo “O preconceito tem que ser trabalhado mas não precisamos Engolir Goela a Baixo, Ridículo!”, e pra quem pensa desta maneira, o gabizinho vai só deixar dois comentários:
1º – “We are here, we are queer, if you wanna beer, get used to it!”; 2º- Segura o marido e o picumã meu bem, que nós tamos dominando o mundo e a gente engole, Goela Abaixo!Wacko
Corruptela em coloquial norte-americano da palavra inglesa wacky. O significado é de excêntrico, doidivanas.
Devido à semelhança com Waco, nome de várias cidades rurais americanas, tem um certo gosto interiorano: seja de um citadino chamando um interiorano de “caipira maluco”, seja de um interiorano chamando um citadino de maluco em gíria interiorana.
De qualquer modo, wacko tem sempre um tom depreciativo. Por exemplo, Wackos from Waco era o nome usado por parte da população para descrever os seguidores do pregador religioso David Koresh, sitiados pelo FBI em Waco.
(www.wikipedia.com)
Luxo
(Mas como o nosso é mais poder, mais glória, mais lindo, mais maquiavélico e muito mais drag, se escreve: Luschoooo_)Esplendor, grandeza.
(http://dicionario.sensagent.com/luxo/pt-pt/)
Welcome to WordPress.com. This is your first post. Edit or delete it and start blogging!


